Cães

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Cientistas dizem que possuir cão rejuvenesce dono em até 10 anos:

Além de serem os melhores amigos dos seres humanos, os cães são os maiores influenciadores no combate ao envelhecimento.O simples fato de ter um animal rejuvenesce a pessoa em até 10 anos, indicam cientistas da universidade de St Andrews, na Escócia.Se você tem um cão em casa, o nível de sua atividade física é equivalente ao de uma pessoa dez anos mais jovem“, afirmou o pesquisador Zhiqiang Feng, da universidade, ao jornal britânico “Daily Mail”.“Talvez não adicione uma década a sua vida, mas é muito benéfico”, contou.Está provado que permanecer ativo evita uma série de doenças, especialmente as relacionadas com os músculos e ossos.Fora os benefícios físicos, o cão também influencia na saúde mental.

Na média, em donos de cães há menores níveis de depressão“, disse o pesquisador.“O vínculo entre o pet e o dono beneficia a saúde da pessoa em geral”.O estudo, publicado no jornal “Preventive Medicine”, reuniu 547 pessoas para avaliar seus movimentos.O resultado mostrou que donos de cães são mais propensos a praticar atividades físicas do que outras pessoas.

 

fonte: https://osegredo.com.br

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Veterinário revela qual o último desejo dos animais antes de morrer

Leitura indispensável para todos os donos de animais

Perder um animal pode doer tanto como perder um membro da família. E, apesar de a maior parte das pessoas não suportar permanecer próximo aos amigos de quatro patas quando eles estão morrendo ou precisam ser sacrificados, os veterinários garantem que tudo o que eles querem é estar próximos de seus donos.

Uma utilizadora do Twitter perguntou a um veterinário qual a parte mais difícil do seu trabalho. Ele disse que quando tinha que sacrificar algum animal, 90% dos donos não entravam na sala onde o procedimento aconteceria. Segundo o veterinário, “…os últimos momentos do animal são passados freneticamente à procura do dono”, disse.

Asked my vet what the hardest part was about his job &he said when he has to put an animal down 90% of owners don’t actually want to be in the room when he injects them so the animal’s last moments are usually them frantically looking around for their owners &tbh that broke me — jessi dietrich (@jessi_dietrich) 27 de julho de 2018

A publicação gerou inúmeras reações na rede social, com várias pessoas contando suas histórias. Seguem algumas:

“Ele berrava para todo mundo que o tocava. Então, para ter certeza de que ele estava bem, segurei-o em meu colo. Eu sabia que ele estava feliz porque ele começou a ronronar”- tradução livre

“Os meus três filhos, a minha mulher e eu sentamo-nos com o nosso Luke na sala. Foi o dia mais duro de sempre. Espero que ele esteja olhando por nós”, contou Sean Ritter.

“Eu e a minha família tivemos que sacrificar o nosso amigo em maio. Estive com ele quando chegou a sua hora, e apesar de ter sido devastador e muito triste, estou feliz por ter estado lá e por amá-lo. Os animais são como a família e merecem paz e conforto nos seus últimos momentos”, defendeu.

Para nós, fica a lição de que o amor é sempre mais forte. Quando o animal tem a segurança de poder olhar para aqueles a quem ama em seus momentos finais é um sinal de que, aconteça o que acontecer, tudo ficará bem.

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Imagem de capa:  Jeremiah Higgins on Unsplash

Com informações de CMJORNAL.

Série de seis episódios chega à plataforma de streaming com o objetivo de “explorar laços profundos” entre os donos e seus cachorros

 

série documental Apenas Cães, nova produção original da Netflix que estreará em 16 de novembro, deve agradar os apaixonados por bichos de estimação. Com direção de Amy Berg e Glen Zipper, a série de seis episódios chega à plataforma de streaming com o objetivo de “explorar laços profundos” entre os donos e seus cachorros.

Em entrevista à Variety, Zipper disse que, hoje em dia, não importa quão dividida a sociedade esteja, os vínculos com os cães têm a capacidade de unir as pessoas. “Os cachorros não nos fazem apenas nos sentirmos amados, mas também mais seguros”, afirmou o diretor.

Para as filmagens, os diretores escolheram histórias de personagens de países como Síria, Japão, Costa Rica, Itália e Estados Unidos. A estreia da série ocorre no próximo dia 16 de novembro.

Veja o trailer de Apenas Cães:

Fonte: https://exame.abril.com.br

 

Netflix lançará documentário sobre relação entre cães e seus donos

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Levar cães à praia aumenta riscos de verme do coração

Quem adora praia, não quer deixar o pet de fora dessa. Por isso, muitos levam seus cães para curtir o calor em praias em que a entrada de animais é permitida. Mas, antes de arrumar as malas, saiba que a temporada de férias e calor é um período de alerta para tutores de cães que frequentam as regiões litorâneas.

O perigo de aproveitar areia e mar com os pets é que praias e áreas com muita mata apresentam maior probabilidade de parasitismo pelo verme do coração. A doença é transmitida pela picada de mosquitos infectados pelo verme e afeta o coração dos animais, podendo levá-los a óbito se não for tratada corretamente.

Por ser uma doença vetorial, de difícil diagnóstico e com sintomas discretos nas fases iniciais, a prevenção é a melhor forma de proteger os cães durante as viagens para áreas de risco. “A prevenção pode ser feita com o uso de vermífugos específicos, capazes de eliminar as microfilárias, que são as larvas iniciais do verme do coração, e com repelentes que evitem a picada do mosquito”, explica Ricardo Cabral, veterinário da Virbac, empresa dedicada à saúde animal.

Ele ainda orienta que a prevenção não deve ser apenas algo pontual. “A indicação da American Heartworm Society (AHS) é que a prevenção seja constante desde antes de oito semanas de vida do animal. Não é recomendável fazer a prevenção apenas quando levar o animal ao litoral, pois o risco de o tutor esquecer de aplicar a medicação é grande”, ressalta Ricardo.

Sintomas e tratamento

Durante as primeiras fases da doença, que correspondem a até dois meses depois da infecção, o animal pode não apresentar nenhum sintoma. O verme passa a migrar da pele para o coração durante o período de dois a quatro meses e se instala do lado direito do órgão, ocasionando lesões locais. Depois desse período, as larvas caem na circulação sanguínea e chegam aos vasos pulmonares. Nessa fase, alguns animais podem apresentar sintomas discretos, como falta de apetite, apatia e tosse.

Nos meses seguintes, caso a doença não seja tratada, os vermes crescem e migram para artérias maiores e câmaras cardíacas, onde causam lesões nos vasos e intensificação dos sintomas. Tosse persistente, dificuldade em respirar, língua azulada, intolerância ao exercício, falta de ar e desmaios podem se tornar frequentes.

Na fase inicial da doença, os animais podem apresentar sintomas discretos, como falta de apetite, apatia e tosse

Com vermes adultos no coração, o animal pode apresentar sinais ainda mais graves, como distensão e aumento de volume abdominal, além de lesões em outros órgãos, como rins e fígado. Pode levar um total de sete a nove meses até que os vermes atinjam a idade adulta e se reproduzam, liberando novas microfilárias na circulação.

O diagnóstico da doença é feito por meio de exames de sangue e outros laboratoriais. Já o tratamento consiste na aplicação de medicamentos orais ou injetáveis nos estágios menos avançados, quando os vermes ainda não estão no coração. “Nos estágios mais avançados, quando vermes adultos já estão presentes nas câmaras cardíacas, sinais de doenças do coração podem se desenvolver. Nesses casos, é recomendável estabilizar o animal antes de iniciar o tratamento capaz de eliminar essas formas adultas dos vermes”, conclui Ricardo Cabral.

 

Fonte:PetCidade

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Posso dar sobras de alimentos para meu pet?

A tentação é grande. Basta começar uma refeição que seu animalzinho vem para perto da mesa, sentindo o cheiro, e fica com aqueles olhinhos pidões, desesperado por um pedaço de comida.

Todos nós podemos ser culpados por dar comida humana para nossos cães, e é fácil entender o porquê. Nós tratamos nossos amigos peludos como membros da família, e esquecemos que a comida que estamos comendo não é necessariamente boa para seus sistemas digestivos sensíveis.

Os cachorros, por exemplo, possuem necessidades calóricas, aporte de proteínas, gorduras e vitaminas diferente dos seres humanos. Por isso, não é ideal alimentá-los com restos de comida. “Os principais malefícios são as deficiências nutricionais e a obesidade. Assim como em humanos, a obesidade pode levar a outras enfermidades, como por exemplo, aumento de colesterol, triglicérides, sobrecarga nas articulações, contribuir para piora das endocrinopatias, entre outros. Além disso, a alimentação imprudente pode gerar doenças agudas graves, como a pancreatite”, afirma Camila Faldon, veterinária.

Algumas raças “sofrem” mais com esta imprudência alimentar, como os Schnauzers, que possuem predisposição para formação de cálculos renais e vesícula urinária. Os Labradores e Golden Retrievers obesos tendem a apresentar problemas locomotores ou têm esse quadro agravado com o sobrepeso. O mesmo acontece com raças de porte pequeno, como Pugs, Buldogues ingleses, Yorkshires e Poodles, por exemplo, que podem desenvolver problemas locomotores pelo sobrepeso e isto acaba sobrecarregando as articulações.

Outro problema de saúde recorrente em cães é o acúmulo de tártaro precoce. Como relembra Camila, a frase “a saúde começa pela boca” também é válida para eles!

Vale ressaltar que a recomendação de evitar alimentos humanos também serve para outros animais. Os gatos, por exemplo, são incapazes de sintetizar um certo tipo de aminoácido essencial chamado taurina. “Ela permite que o fígado sintetize sais biliares, regule o fluxo de cálcio que entra e sai das células, além de possuir atuação sobre a função cardíaca”, explica Camila. A maior fonte de taurina está nas carnes de um modo geral. Desta forma, uma alimentação pobre em taurina pode acarretar em diversas complicações na saúde dos gatos.

Muitos donos, mesmo sabendo dos riscos, preferem continuar oferecendo a seus pets alimentação humana, já que eles estão acostumados com ela. Segundo Camila, “existem casos em que a alimentação humana pode até ser recomendada no lugar da ração ou como complemento dela. Mas isto depende do estado geral do animal; se ele possui alguma doença como diabetes, insuficiência pancreática ou intolerância alimentar, para citar alguns exemplos”.

A necessidade da alimentação humana como complemento da ração, ou até em substituição, deve ser cuidadosamente avaliada pelo veterinário. De forma geral, esta deve ser a mais natural possível: sem utilização de sal e temperos fortes, sendo proibidíssima a utilização de cebola! “A cebola induz a formação de um componente tóxico na circulação sanguínea e, dependendo da quantidade ingerida, pode levar à intoxicação e óbito”, conta Camila. Também será necessária uma consulta com nutricionista, que irá prescrever uma dieta balanceada e vitaminas e minerais, quando necessário.

Para quem acha que seu pet pode ser um chocólatra, nem pensar! É um alimento de alta toxicidade para os animais.

Além disso, existem diversos petiscos próprios que podem ser oferecidos ao seu amiguinho, para a ceia natalina, por exemplo, encontramos produtos específicos também para pet, como panetone e “bombons”! Vale a pena dar uma passadinha no petshop e comprar alguns quitutes diferentes para eles, assim vocês poderão ter uma alimentação diferenciada nesta época de festa!

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