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Ter um gato é realmente simples?

Atualmente vivemos em ambientes cada vez menores, passamos cada vez menos tempo em casa e, mesmo em meio à correria, sentimos falta da companhia de um animal de estimação. Esses bichinhos costumam ser a alegria da casa, o momento de descontração e, principalmente, o parceiro ideal para bons anos de vida juntos.  No entanto, criar um animal não é tarefa fácil. Eles exigem cuidados diversos, inclusive os gatos, que têm fama de independentes, mas possuem características bem peculiares. Por isso, é fundamental conhecer o comportamento e as necessidades destes bichinhos antes de levá-los para casa.

Primeiro, é importante saber que o felino é, por natureza, caçador; e, como tal, precisa de duas coisas: buscar seu próprio alimento e descansar. Em relação a este último item, o gato se torna um bom parceiro para pessoas que ficam fora de casa por período maiores, pois eles dormem em média 16 horas por dia. Cabe a nós, humanos, aprender a respeitar esse horário de sono e dar-lhes o sossego merecido. Por questões práticas, é muito comum deixarmos a ração sempre disponível para os gatos; e, por se tratar de um animal instintivamente caçador, é importante criar uma “dificuldade” para que ele se alimente. Um recurso interessante são os comedouros inteligentes, que se movimentam ao toque do animal e estimulam a curiosidade e o instinto selvagem. O momento das refeições torna-se, então, mais instigante e divertido.

Segurança também é um item de extrema importância, por isso é necessário fazer algumas adaptações para receber um gato em casa. Telas de proteção, por exemplo, são fundamentais para que eles não fujam. Os gatos se adaptam bem a pequenos espaços – aliás, esse é um dos principais motivos pelos quais a popularidade desses felinos vem aumentando. Ainda assim, é preciso manter o ambiente atrativo com brinquedos e arranhadores, por exemplo, e impedir que eles vão para a rua.

Permitir que o gato saia para dar uma voltinha não é proibido; aliás, é muito interessante que ele conheça novos ambientes. Todavia, vale ressaltar a importância de estar sempre acompanhado. Fora de casa, os animais estão suscetíveis a contrair ou desenvolver doenças sérias como FIV (também conhecida como AIDS felina) e leucemia, além da exposição a pulgas e ectoparasitas que também podem transmitir doenças aos donos – as chamadas zoonoses. Outra questão que merece atenção é o fato de os gatos possuírem um comportamento territorialista, e nas ruas, as brigas entre os animais são comuns. Em situações assim, o seu bichinho pode se machucar, além de estar exposto a diversas situações perigosas e, em alguns casos ainda mais tristes, não voltar para casa

Assim, podemos concluir que gatos também necessitam e merecem cuidados especiais. Esses bichanos adoram receber e doar amor e carinho e quando são bem-tratados, se tornam uma excelente companhia para a vida.

Informações por: René Rodrigues Junior

Série de seis episódios chega à plataforma de streaming com o objetivo de “explorar laços profundos” entre os donos e seus cachorros

 

série documental Apenas Cães, nova produção original da Netflix que estreará em 16 de novembro, deve agradar os apaixonados por bichos de estimação. Com direção de Amy Berg e Glen Zipper, a série de seis episódios chega à plataforma de streaming com o objetivo de “explorar laços profundos” entre os donos e seus cachorros.

Em entrevista à Variety, Zipper disse que, hoje em dia, não importa quão dividida a sociedade esteja, os vínculos com os cães têm a capacidade de unir as pessoas. “Os cachorros não nos fazem apenas nos sentirmos amados, mas também mais seguros”, afirmou o diretor.

Para as filmagens, os diretores escolheram histórias de personagens de países como Síria, Japão, Costa Rica, Itália e Estados Unidos. A estreia da série ocorre no próximo dia 16 de novembro.

Veja o trailer de Apenas Cães:

Fonte: https://exame.abril.com.br

 

Netflix lançará documentário sobre relação entre cães e seus donos

Adoção, Gatos, Pet

Gato ‘gerente’ ganha crachá e uniforme de empresa no interior de SP

Empresária e protetora de animais de Ibitinga (SP) recolheu o animal já adulto e diz que presença dele na empresa melhorou o ambiente de trabalho. Para ela, bichano é a prova viva de que é possível adotar felinos que não sejam filhotes.

Os funcionários de uma empresa de comércio virtual de enxovais de Ibitinga (SP) ganharam recentemente a companhia de um “gerente” que mudou, para melhor, o ambiente de trabalho. Desde que Athos da Cruz Carreira Tarabole assumiu o cargo, os trabalhadores relatam que nunca mais tiveram um dia triste ou tenso na empresa.

O detalhe inusitado desta história é que Athos é um gato de rua que foi resgatado há cerca de cinco meses pela empresária Mirtes Carreira, de 35 anos, que também é protetora de animais na cidade.

Por conta de sua presença marcante na empresa, o gato ganhou recentemente uniforme e crachá, com seu nome e cargo, e virou uma espécie de garoto-propaganda da campanha lançada pela empresária em favor da “adoção tardia” de animais.

 

Gato Athos exibe seu crachá e uniforme em mesa do escritório de empresa em Ibitinga: gato adulto está adaptado ao novo lar e nunca mais voltou para as ruas — Foto: Arquivo pessoal

Depois do sucesso na adoção de Athos, Mirtes resolveu divulgar sua história e compartilhar em suas redes sociais a campanha com as hashtags “#adoteumgatoadulto” e “#adotarétudodebom”.

A empresária conta que o gato começou a aparecer em sua casa ainda no primeiro semestre deste ano para pedir comida, sempre na companhia de outros gatos.

Ao pensar em recolher mais um bicho, sofreu resistência de seu namorado por conta da “superpopulação” de gatos em sua casa – Mirtes já mora com 12 animais recolhidos das ruas.

Mirtes diz que, como o caso aconteceu próximo ao Dia dos Namorados, ela pediu como presente ao companheiro, que também é sócio na empresa, para ficar com o gatinho.

O namorado aceitou o pedido de “presente”, mas com a ressalva de que o gato ficasse morando no barracão onde estão instalados o depósito e o escritório da empresa.

“No início ficamos preocupados porque a loja fica numa avenida movimentada e achamos que ele poderia correr perigo. Mas ele nunca mais foi pra rua. Depois, achamos que os funcionários não gostariam, mas de novo ele nos surpreendeu, pois ele virou o xodó de todos. Nunca mais tivemos um dia triste ou tenso no trabalho”, destaca Mirtes.

Atualmente, Athos está totalmente adaptado e passa os dias percorrendo os departamentos da empresa atrás das brincadeiras com os funcionários, de alguma refeição (só come sachê sabor peixe), ou ainda de horas de descanso – há camas acolchoadas espalhadas em cada setor da empresa.

Nome completo e ONG para 2019

Para confeccionar o crachá funcional do novo “funcionário”, a empresária precisou definir um nome completo para o gato.

Athos em uma das "caminhas" existenstes em todos os setores da empresa de Ibitinga — Foto: Arquivo pessoalAthos em uma das "caminhas" existenstes em todos os setores da empresa de Ibitinga — Foto: Arquivo pessoal

Athos em uma das “caminhas” existenstes em todos os setores da empresa de Ibitinga — Foto: Arquivo pessoal

Os últimos sobrenomes são os mesmos dos donos da empresa: Mirtes Carreira e Jean Tarabole. O nome principal, explica ela, é uma espécie de homenagem a uma de suas funcionárias, Fátima Cruz, que tem como marca pessoal ajudar as pessoas.

“O Athos, quando apareceu, sempre trazia outros gatos para ganhar comida, ou seja, ele de certa forma ajudava seus amigos. Daí resolvemos fazer a homenagem, mas como achamos que ‘Fátimo’ não era legal, mantivemos o sobrenome ‘Cruz’ e o chamamos de Athos, em referência à igreja que ela frequenta, a Missão Athos”, explica a empresária.

Além dos 12 gatos que já tem em casa e de Athos da Cruz Carreira Tarabole, que mora na empresa, Mirtes ainda cuida de outros cinco felinos que ficam na rua e mantém mais “uns 15” em uma chácara onde mora sua mãe. Segundo a empresária, seus planos para 2019 são construir um gatil e criar uma ONG para atender animais abandonados.

fonte: https://g1.globo.com/sp/sorocaba-jundiai/mundo-pet/noticia/2018/11/08/gato-gerente-ganha-cracha-e-uniforme-de-empresa-e-ajuda-dona-em-campanha-pela-adocao-tardia.ghtml

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Cães e gatos ganham ‘book’ para incentivar adoção em Catanduva

Campanha do CCZ divulga fotos dos animais nas redes sociais, junto com informações sobre o comportamento e o número do chip de cada um deles.

Com olhares distraídos ou movimentos posados, é assim que cães e gatos saem nas fotos de uma campanha de adoção do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) de Catanduva (SP).

A ideia de fotografar e fazer um book dos animais surgiu da veterinária Natália Amaral Ambrósio que percebeu a necessidade de encontrar um lar para eles, já que muitos continuavam no centro mesmo estando prontos para a adoção. Ao todo foram fotografados 70 animais, sendo 36 cães e 34 gatos.

“Tirei as fotos com o meu celular mesmo. Demorei uma semana para conseguir fotografar todos, porque eles não paravam um minuto”, disse a veterinária.

O book, além de mostrar as características físicas, ainda traz as principais informações sobre o comportamento e o número do chip de cada um deles.

Os animais que possuem alguma deformidade ou ficaram com sequelas de maus-tratos recebem um selo de ‘pata dourada’ no topo da foto com a mensagem ‘adoção especial’. Segundo a veterinária, os dados servem para facilitar o primeiro contato com os futuros donos.

“A maioria são animais que foram vítimas de atropelamento e alguns ficaram com sequelas. Colocamos a patinha na foto para as pessoas ficarem cientes que eles precisam de cuidados especiais,” diz Natália.

A ‘Cigana’ foi uma das gatinhas que conseguiu um novo lar graças à campanha. Ela foi adotada pelo técnico em farmácia Tiago Queroz do Nascimento, que procurava uma companhia para a sua outra gata.

“Parece que ela me escolheu. Quando cheguei ao CCZ ela veio na minha perna e começou a se acariciar, pedindo carinho”, disse o novo dono do animal.

Tiago Queroz com a gata que adotou no Centro de Zoonoses de Catanduva (SP) — Foto: Arquivo pessoalTiago Queroz com a gata que adotou no Centro de Zoonoses de Catanduva (SP) — Foto: Arquivo pessoal

Tiago Queroz com a gata que adotou no Centro de Zoonoses de Catanduva (SP) — Foto: Arquivo pessoal

Desde a campanha já foram adotados 11 cães e cinco gatos. Todos os animais são entregues aos donos vacinados e castrados, conforme informado pela veterinária.

As fotos são divulgadas na página da prefeitura em uma rede social e mesmo quem não pode adotar mais um bichinho, ajuda compartilhando a publicação ou marcando um amigo que tenha interesse.

“Fiquei surpresa que o pessoal gostou, compartilhou e mostrou interesse na adoção. Diversas pessoas também vieram ao centro procurar um animal porque tinham visto na página”, disse a veterinária.

O Centro de Zoonoses tem 89 animais disponíveis para adoção, alguns vivem no local há mais de sete anos. Para adotar um bichinho, os interessados precisam levar CPF, RG e comprovante de residência à unidade, que fica na Rodovia Estrada Vicente Sanches.

*Supervisionado por Marcos Lavezo

Animais que precisam de cuidados especiais recebem um selo de 'pata dourada' no topo da foto — Foto: Divulgação prefeitura de CatanduvaAnimais que precisam de cuidados especiais recebem um selo de 'pata dourada' no topo da foto — Foto: Divulgação prefeitura de Catanduva

Animais que precisam de cuidados especiais recebem um selo de ‘pata dourada’ no topo da foto — Foto: Divulgação prefeitura de Catanduva

Fotos têm descrição física e comportamental dos animais — Foto: Digulgação prefeitura CatanduvaFotos têm descrição física e comportamental dos animais — Foto: Digulgação prefeitura Catanduva

Fotos têm descrição física e comportamental dos animais — Foto: Digulgação prefeitura Catanduva

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