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Adoção, Gatos, Pet

Ter um gato é realmente simples?

Atualmente vivemos em ambientes cada vez menores, passamos cada vez menos tempo em casa e, mesmo em meio à correria, sentimos falta da companhia de um animal de estimação. Esses bichinhos costumam ser a alegria da casa, o momento de descontração e, principalmente, o parceiro ideal para bons anos de vida juntos.  No entanto, criar um animal não é tarefa fácil. Eles exigem cuidados diversos, inclusive os gatos, que têm fama de independentes, mas possuem características bem peculiares. Por isso, é fundamental conhecer o comportamento e as necessidades destes bichinhos antes de levá-los para casa.

Primeiro, é importante saber que o felino é, por natureza, caçador; e, como tal, precisa de duas coisas: buscar seu próprio alimento e descansar. Em relação a este último item, o gato se torna um bom parceiro para pessoas que ficam fora de casa por período maiores, pois eles dormem em média 16 horas por dia. Cabe a nós, humanos, aprender a respeitar esse horário de sono e dar-lhes o sossego merecido. Por questões práticas, é muito comum deixarmos a ração sempre disponível para os gatos; e, por se tratar de um animal instintivamente caçador, é importante criar uma “dificuldade” para que ele se alimente. Um recurso interessante são os comedouros inteligentes, que se movimentam ao toque do animal e estimulam a curiosidade e o instinto selvagem. O momento das refeições torna-se, então, mais instigante e divertido.

Segurança também é um item de extrema importância, por isso é necessário fazer algumas adaptações para receber um gato em casa. Telas de proteção, por exemplo, são fundamentais para que eles não fujam. Os gatos se adaptam bem a pequenos espaços – aliás, esse é um dos principais motivos pelos quais a popularidade desses felinos vem aumentando. Ainda assim, é preciso manter o ambiente atrativo com brinquedos e arranhadores, por exemplo, e impedir que eles vão para a rua.

Permitir que o gato saia para dar uma voltinha não é proibido; aliás, é muito interessante que ele conheça novos ambientes. Todavia, vale ressaltar a importância de estar sempre acompanhado. Fora de casa, os animais estão suscetíveis a contrair ou desenvolver doenças sérias como FIV (também conhecida como AIDS felina) e leucemia, além da exposição a pulgas e ectoparasitas que também podem transmitir doenças aos donos – as chamadas zoonoses. Outra questão que merece atenção é o fato de os gatos possuírem um comportamento territorialista, e nas ruas, as brigas entre os animais são comuns. Em situações assim, o seu bichinho pode se machucar, além de estar exposto a diversas situações perigosas e, em alguns casos ainda mais tristes, não voltar para casa

Assim, podemos concluir que gatos também necessitam e merecem cuidados especiais. Esses bichanos adoram receber e doar amor e carinho e quando são bem-tratados, se tornam uma excelente companhia para a vida.

Informações por: René Rodrigues Junior

Cães, Company, Pet, Saúde

Cientistas dizem que possuir cão rejuvenesce dono em até 10 anos:

Além de serem os melhores amigos dos seres humanos, os cães são os maiores influenciadores no combate ao envelhecimento.O simples fato de ter um animal rejuvenesce a pessoa em até 10 anos, indicam cientistas da universidade de St Andrews, na Escócia.Se você tem um cão em casa, o nível de sua atividade física é equivalente ao de uma pessoa dez anos mais jovem“, afirmou o pesquisador Zhiqiang Feng, da universidade, ao jornal britânico “Daily Mail”.“Talvez não adicione uma década a sua vida, mas é muito benéfico”, contou.Está provado que permanecer ativo evita uma série de doenças, especialmente as relacionadas com os músculos e ossos.Fora os benefícios físicos, o cão também influencia na saúde mental.

Na média, em donos de cães há menores níveis de depressão“, disse o pesquisador.“O vínculo entre o pet e o dono beneficia a saúde da pessoa em geral”.O estudo, publicado no jornal “Preventive Medicine”, reuniu 547 pessoas para avaliar seus movimentos.O resultado mostrou que donos de cães são mais propensos a praticar atividades físicas do que outras pessoas.

 

fonte: https://osegredo.com.br

Cães, Pet, Saúde

Veterinário revela qual o último desejo dos animais antes de morrer

Leitura indispensável para todos os donos de animais

Perder um animal pode doer tanto como perder um membro da família. E, apesar de a maior parte das pessoas não suportar permanecer próximo aos amigos de quatro patas quando eles estão morrendo ou precisam ser sacrificados, os veterinários garantem que tudo o que eles querem é estar próximos de seus donos.

Uma utilizadora do Twitter perguntou a um veterinário qual a parte mais difícil do seu trabalho. Ele disse que quando tinha que sacrificar algum animal, 90% dos donos não entravam na sala onde o procedimento aconteceria. Segundo o veterinário, “…os últimos momentos do animal são passados freneticamente à procura do dono”, disse.

Asked my vet what the hardest part was about his job &he said when he has to put an animal down 90% of owners don’t actually want to be in the room when he injects them so the animal’s last moments are usually them frantically looking around for their owners &tbh that broke me — jessi dietrich (@jessi_dietrich) 27 de julho de 2018

A publicação gerou inúmeras reações na rede social, com várias pessoas contando suas histórias. Seguem algumas:

“Ele berrava para todo mundo que o tocava. Então, para ter certeza de que ele estava bem, segurei-o em meu colo. Eu sabia que ele estava feliz porque ele começou a ronronar”- tradução livre

“Os meus três filhos, a minha mulher e eu sentamo-nos com o nosso Luke na sala. Foi o dia mais duro de sempre. Espero que ele esteja olhando por nós”, contou Sean Ritter.

“Eu e a minha família tivemos que sacrificar o nosso amigo em maio. Estive com ele quando chegou a sua hora, e apesar de ter sido devastador e muito triste, estou feliz por ter estado lá e por amá-lo. Os animais são como a família e merecem paz e conforto nos seus últimos momentos”, defendeu.

Para nós, fica a lição de que o amor é sempre mais forte. Quando o animal tem a segurança de poder olhar para aqueles a quem ama em seus momentos finais é um sinal de que, aconteça o que acontecer, tudo ficará bem.

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Imagem de capa:  Jeremiah Higgins on Unsplash

Com informações de CMJORNAL.

mercado, Pet, Soluções

Mercado pet movimenta R$ 21 bilhões no país

O Brasil é o quarto país no ranking de população de animais de estimação no mundo, com 132,4 milhões de pets. Dados da Abinpet (Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação) indicam que, em 2018, a previsão é alcançar R$ 21,77 bilhões. Cerca de 70% desse total referem-se a produtos para nutrição animal, que em sua composição levam milho, soja, arroz, trigo e carnes de aves, bovinos e peixes. Com esse faturamento e investimentos, o Brasil está em terceiro lugar no ranking mundial da área pet.

Em Ponta Grossa, o setor de alvarás da Prefeitura tem registro de mais de 200 locais que atendem animais, como agropecuárias, pets shops e clínicas veterinárias. Uma das últimas lojas instaladas na cidade é a Cobasi, pioneira no conceito de shopping para animais e uma das maiores varejistas pet do país.

A gerente de marketing da Cobasi, Daniela Bochi, explica que o mundo pet tem muito espaço ainda para crescer em regiões menores do país. “As lojas do segmento estão saindo dos centros e indo para as cidades de médio e pequeno porte. Esses locais também têm uma demanda grande para consumir produtos e serviços que contemplem os animais”, conta.

O mercado pet consegue oferecer mais de 20 mil itens que incluem alimentos, acessórios, brinquedos e farmácia para vários tipos de animais. Nas megalojas, o espaço é dividido por setores, como Safári (com hamsters, coelhos, chinchilas, porquinhos da índia e aves diversas), além do aquarismo, cães, gatos, filhotes e variedades de flores e plantas. Além disso, alguns locais também oferecem atendimento veterinário e promovem feiras de adoção de animais.

Outro dado que chama atenção, é que o mercado pet não teve perdas com a crise econômica do país e se manteve um dos líderes de investimentos e venda. Bochi ressalta que as pessoas mantiveram as compras para seus animais de estimação, mesmo que adaptando os produtos. “Os donos de pets compram muitos produtos pelo emocional, como brinquedos e outros artigos. E alguns itens que não podem faltar como a ração, os donos acabaram às vezes adquirindo o alimento um pouco mais barato, mas nunca deixavam de comprar”, comenta. Com isso, o setor foi um dos poucos que não foi atingido com baixas de emprego e rentabilidade.

Dados

O mercado pet é composto por indústrias e integrantes da cadeia de distribuição dos segmentos de alimentos (Pet Food), serviços (Pet Serv), medicamentos veterinários (Pet Vet) e cuidados com saúde e higiene do pet (Pet Care). Hoje, o mercado pet já representa 0,31% do PIB brasileiro, à frente dos setores de utilidades domésticas e automação industrial, segundo dados da Abinpet. No mundo todo, o maior mercado ainda é dos Estados Unidos, com 41% dos US$ 119,5 bilhões totais. Na sequência está o Reino Unido (5,3%) e o Brasil (5,1%), completando assim os três maiores mercados Pet mundiais.

Fonte: Diário dos Campos

Gatos, Saúde

As doenças mais comuns em felinos

Ter um gato em casa é uma alegria sem tamanho. Os bichanos são muito companheiros, apesar de muitos acharem que isso é característica dos cães. Por essas e outras, nada parte mais o coração de um tutor do que ver seu felino doente. Algumas doenças são comuns em gatos, e é importante estar atento a elas para diagnosticar e logo tratar o problema.

“Na verdade, são dezenas de doenças frequentes nos felinos, dependendo da faixa etária deles”, explica Mariane Brunner, especialista em felinos do Hospital Veterinário Santa Inês. Associadas à idade, estão doenças gastrointestinais, oncológicas, doença renal crônica e articular degenerativa, por exemplo. “Mas, podemos citar também doenças infecciosas, como FIV, FeLV, PIF, e doenças endócrinas, como diabetes mellitus e hipertireoidismo”, revela a médica veterinária.

Por serem mamíferos do topo da cadeia alimentar, os gatos têm por instinto esconder boa parte dos sintomas de suas enfermidades. Os tutores acabam descobrindo a doença já em progressão, podendo, inclusive, estar em estágio avançado. Isso reafirma a grande necessidade de serem acompanhados periodicamente por médicos especializados.

Para ajudar os tutores de gatos, Mariane explicou as causas, sintomas e tratamentos de algumas das principais doenças que acometem esses animais. Confira:

Vírus da imunodeficiência felina (FIV)

FIV é uma doença causada por um vírus e atua, nos gatos, como a AIDS em humanos. Ela afeta o sistema imunológico, deixando o felino muito suscetível a outras doenças, que em animais saudáveis não gerariam grandes preocupações. Assim como a AIDS humana, o FIV não tem sinais e sintomas específicos. Geralmente, se desconfia da doença quando uma simples gripe não se resolve, ou quando há emagrecimento sem motivo aparente, por exemplo.

+ Como reconhecer e tratar a gastrite em animais?

+ Quais são as doenças mais comuns em filhotes?

O FIV é transmitido através da saliva, normalmente no momento da mordedura em brigas de gatos. Sendo assim, se o seu gatinho tem acesso a rua, ele tem maiores chances de contrair a doença. Principalmente se ele for macho não castrado, que costuma sair a noite em busca de namoradas. Isso porque, na disputa pela fêmea, ele pode se envolver com um outro macho doente, ou mesmo uma fêmea doente que recuse suas carícias. O FIV também pode ser transmitido durante o ato sexual, ou da mãe paras os filhotes durante a gestação ou amamentação.

O diagnóstico é feito através de um teste sorológico, precisando de pouco sangue para ser realizado. Por enquanto, não há cura para a doença, e por isso o tratamento realizado é paliativo. Ele não é direcionado para o FIV, mas varia de acordo com os sintomas que o gato apresenta.

Vírus da leucemia felina (FeLV)

Junto com a FIV, a FeLV é uma das doenças infecciosas de maior importância para os nossos gatos. O vírus da FeLV está presente na maioria dos fluidos corporais, como saliva, fezes, urina e leite. Para que ocorra a transmissão, deve haver um contato sustentado, ou seja, um único contato com um animal soropositivo não é o suficiente.

É por isso que o comportamento de lambeduras entre gatos, compartilhamento de vasilhas de água, comida e leiteiras favorece a transmissão da FeLV. Por esse motivo também, a doença é encontrada principalmente em locais com muitos gatos confinados. A transmissão pode ocorrer ainda durante a gestação ou amamentação.

Compartilhar vasilhas pode ser um comportamento perigoso pois favorece a transmissão do vírus

Seus sintomas são inespecíficos. Os gatos podem apresentar febre, mal-estar ou se manterem assintomáticos por um período. O fato de o vírus da FeLV possuir vários subtipos acarreta em várias formas de manifestação da doença, podendo o animal apresentar queda da imunidade, anemias, linfomas e leucemias (combinados ou isolados).

O diagnóstico é feito através de sorologia, que testa tanto a FIV quanto a FeLV. Assim como a FIV, a FeLV não tem cura, mas existem formas de manter o bem-estar e qualidade de vida do animal. Os tratamentos são direcionados aos sintomas que o gato apresenta, e não à FeLV especificamente.

Peritonite Infecciosa Felina (PIF)

A PIF é a sigla para Peritonite Infeciosa Felina. Infelizmente, a doença é comum, fatal e sem prevenção. O agente causador da doença é uma mutação do vírus Coronavírus felino (FCov). Esse vírus consegue se manter em ambientes secos por até sete semanas, mas é sensível a desinfetantes comuns.

Cerca de 80 a 90% dos gatos que vivem em colônia, e 60% dos gatos que vivem sozinhos, já entraram em contato com o FCov em algum momento da vida. Mas, por razões desconhecidas, uma mutação pontual ocorre em cerca de 10 a 12% desses animais, e transforma o vírus no causador da PIF (FIPV). A transmissão do FCov se dá através de fezes, saliva e urina. A partir do momento que o FCov sofre a mutação e vira FIPV, ele dificilmente será transmitido, devido a forte ligação com as células e tecidos. “Por esse motivo, hoje já é discutida a classificação da PIF como doença infecciosa, uma vez que ela, por si só, não é transmitida de animal para animal”.

 

A PIF tem duas apresentações clínicas: a forma efusiva ou úmida e a forma seca. A apresentação clínica que o animal irá desenvolver depende de sua imunidade. Os sintomas gerais são muito inespecíficos, como febre, apatia, perda de apetite e perda de peso. Na forma efusiva, o animal começa a ter acúmulo de líquidos nas cavidades torácica e/ou abdominal, podendo apresentar icterícia (mucosas amareladas), aumento do tamanho dos gânglios, desconforto abdominal e dificuldade de respirar.

Na forma seca, os sintomas são ainda menos específicos. Pode haver uveíte, que é um tipo de inflamação nos olhos, e icterícia, além de sinais neurológicos como convulsões, tremores, problemas renais e articulares. Os sinais vão depender muito do órgão mais afetado pelo vírus. “Não há diagnóstico laboratorial, o diagnóstico da PIF é como montar um quebra-cabeça”, alerta Mariane. “A sorologia em busca de FCov é falha, uma vez que só vai dizer se o animal entrou em contato com o vírus – e, como dito antes, pelo menos 60% deles entraram em contato, mas não desenvolvem a doença”, explica a especialista.

A única maneira de se fazer uma tentativa de diagnóstico mais precisa é através da biópsia dos órgãos, ou seja, uma cirurgia exploratória em busca de lesões em órgãos. Além desta forma mais invasiva, o diagnóstico é apenas uma hipótese. Infelizmente não há tratamento e muito menos cura. Mais uma vez, o que se faz é um tratamento paliativo para dar conforto ao animal.

Diabetes

A diabetes felina é uma desordem pancreática que gera hiperglicemia, ou excesso de açúcar no sangue, devido a falta de insulina ou sua incapacidade em exercer adequadamente seus efeitos. Dos sete aos dez anos de idade, cerca de 20% a 30% dos animais são diagnosticados com diabetes, e 55% a 65% após os dez anos de idade.

A diabetes felina corresponde, em 80% dos casos, com a diabetes tipo 2 em humanos. Ou seja, o pâncreas consegue produzir a insulina, porém ela não atua de maneira eficiente. Este tipo de diabetes está intimamente ligado à obesidade. O número de casos de diabetes em gatos tem aumentado nos últimos anos devido ao aumento dos índices de obesidade felina e do consumo de dietas com altos níveis de carboidratos.

Os principais sintomas da diabetes felina são semelhantes aos da diabetes em humanos: sede e fome excessivas nas fases iniciais, aumento nos episódios e nos volumes de micção e perda de peso. Nas fases mais avançadas da doença, o animal pode apresentar desidratação, vômitos, apatia, além de andar encostando os calcanhares no chão ao invés de apenas os dígitos.

O tratamento inclui o uso de insulina e dieta especial, além do manejo da obesidade. A insulina que o felino melhor se adapta é a insulina de longa duração, que mantém os valores de glicemia estáveis por mais tempo e evita picos de glicose sanguínea. As dietas especiais para animais diabéticos possuem níveis moderados de calorias para ajudar a controlar o sobrepeso, formulações com maiores teores de fibras e proteínas e menores de carboidratos, a fim de diminuir as variações glicêmicas durante o dia.

Uma particularidade dos gatos diabéticos é que, em alguns casos, o animal pode apresentar remissão, ou seja, as taxas de glicose sanguínea permanecem dentro dos limites de normalidade mesmo sem o uso de insulina. Porém, vale ressaltar que essa remissão não significa cura, pois estes animais podem, depois de um tempo em remissão, apresentar novamente os sintomas de diabetes, tendo então que retomar o tratamento com insulina.

Fonte:PetCidade

Série de seis episódios chega à plataforma de streaming com o objetivo de “explorar laços profundos” entre os donos e seus cachorros

 

série documental Apenas Cães, nova produção original da Netflix que estreará em 16 de novembro, deve agradar os apaixonados por bichos de estimação. Com direção de Amy Berg e Glen Zipper, a série de seis episódios chega à plataforma de streaming com o objetivo de “explorar laços profundos” entre os donos e seus cachorros.

Em entrevista à Variety, Zipper disse que, hoje em dia, não importa quão dividida a sociedade esteja, os vínculos com os cães têm a capacidade de unir as pessoas. “Os cachorros não nos fazem apenas nos sentirmos amados, mas também mais seguros”, afirmou o diretor.

Para as filmagens, os diretores escolheram histórias de personagens de países como Síria, Japão, Costa Rica, Itália e Estados Unidos. A estreia da série ocorre no próximo dia 16 de novembro.

Veja o trailer de Apenas Cães:

Fonte: https://exame.abril.com.br

 

Netflix lançará documentário sobre relação entre cães e seus donos

Cães, Pet, Saúde

Levar cães à praia aumenta riscos de verme do coração

Quem adora praia, não quer deixar o pet de fora dessa. Por isso, muitos levam seus cães para curtir o calor em praias em que a entrada de animais é permitida. Mas, antes de arrumar as malas, saiba que a temporada de férias e calor é um período de alerta para tutores de cães que frequentam as regiões litorâneas.

O perigo de aproveitar areia e mar com os pets é que praias e áreas com muita mata apresentam maior probabilidade de parasitismo pelo verme do coração. A doença é transmitida pela picada de mosquitos infectados pelo verme e afeta o coração dos animais, podendo levá-los a óbito se não for tratada corretamente.

Por ser uma doença vetorial, de difícil diagnóstico e com sintomas discretos nas fases iniciais, a prevenção é a melhor forma de proteger os cães durante as viagens para áreas de risco. “A prevenção pode ser feita com o uso de vermífugos específicos, capazes de eliminar as microfilárias, que são as larvas iniciais do verme do coração, e com repelentes que evitem a picada do mosquito”, explica Ricardo Cabral, veterinário da Virbac, empresa dedicada à saúde animal.

Ele ainda orienta que a prevenção não deve ser apenas algo pontual. “A indicação da American Heartworm Society (AHS) é que a prevenção seja constante desde antes de oito semanas de vida do animal. Não é recomendável fazer a prevenção apenas quando levar o animal ao litoral, pois o risco de o tutor esquecer de aplicar a medicação é grande”, ressalta Ricardo.

Sintomas e tratamento

Durante as primeiras fases da doença, que correspondem a até dois meses depois da infecção, o animal pode não apresentar nenhum sintoma. O verme passa a migrar da pele para o coração durante o período de dois a quatro meses e se instala do lado direito do órgão, ocasionando lesões locais. Depois desse período, as larvas caem na circulação sanguínea e chegam aos vasos pulmonares. Nessa fase, alguns animais podem apresentar sintomas discretos, como falta de apetite, apatia e tosse.

Nos meses seguintes, caso a doença não seja tratada, os vermes crescem e migram para artérias maiores e câmaras cardíacas, onde causam lesões nos vasos e intensificação dos sintomas. Tosse persistente, dificuldade em respirar, língua azulada, intolerância ao exercício, falta de ar e desmaios podem se tornar frequentes.

Na fase inicial da doença, os animais podem apresentar sintomas discretos, como falta de apetite, apatia e tosse

Com vermes adultos no coração, o animal pode apresentar sinais ainda mais graves, como distensão e aumento de volume abdominal, além de lesões em outros órgãos, como rins e fígado. Pode levar um total de sete a nove meses até que os vermes atinjam a idade adulta e se reproduzam, liberando novas microfilárias na circulação.

O diagnóstico da doença é feito por meio de exames de sangue e outros laboratoriais. Já o tratamento consiste na aplicação de medicamentos orais ou injetáveis nos estágios menos avançados, quando os vermes ainda não estão no coração. “Nos estágios mais avançados, quando vermes adultos já estão presentes nas câmaras cardíacas, sinais de doenças do coração podem se desenvolver. Nesses casos, é recomendável estabilizar o animal antes de iniciar o tratamento capaz de eliminar essas formas adultas dos vermes”, conclui Ricardo Cabral.

 

Fonte:PetCidade

Cães, Pet, Saúde

Posso dar sobras de alimentos para meu pet?

A tentação é grande. Basta começar uma refeição que seu animalzinho vem para perto da mesa, sentindo o cheiro, e fica com aqueles olhinhos pidões, desesperado por um pedaço de comida.

Todos nós podemos ser culpados por dar comida humana para nossos cães, e é fácil entender o porquê. Nós tratamos nossos amigos peludos como membros da família, e esquecemos que a comida que estamos comendo não é necessariamente boa para seus sistemas digestivos sensíveis.

Os cachorros, por exemplo, possuem necessidades calóricas, aporte de proteínas, gorduras e vitaminas diferente dos seres humanos. Por isso, não é ideal alimentá-los com restos de comida. “Os principais malefícios são as deficiências nutricionais e a obesidade. Assim como em humanos, a obesidade pode levar a outras enfermidades, como por exemplo, aumento de colesterol, triglicérides, sobrecarga nas articulações, contribuir para piora das endocrinopatias, entre outros. Além disso, a alimentação imprudente pode gerar doenças agudas graves, como a pancreatite”, afirma Camila Faldon, veterinária.

Algumas raças “sofrem” mais com esta imprudência alimentar, como os Schnauzers, que possuem predisposição para formação de cálculos renais e vesícula urinária. Os Labradores e Golden Retrievers obesos tendem a apresentar problemas locomotores ou têm esse quadro agravado com o sobrepeso. O mesmo acontece com raças de porte pequeno, como Pugs, Buldogues ingleses, Yorkshires e Poodles, por exemplo, que podem desenvolver problemas locomotores pelo sobrepeso e isto acaba sobrecarregando as articulações.

Outro problema de saúde recorrente em cães é o acúmulo de tártaro precoce. Como relembra Camila, a frase “a saúde começa pela boca” também é válida para eles!

Vale ressaltar que a recomendação de evitar alimentos humanos também serve para outros animais. Os gatos, por exemplo, são incapazes de sintetizar um certo tipo de aminoácido essencial chamado taurina. “Ela permite que o fígado sintetize sais biliares, regule o fluxo de cálcio que entra e sai das células, além de possuir atuação sobre a função cardíaca”, explica Camila. A maior fonte de taurina está nas carnes de um modo geral. Desta forma, uma alimentação pobre em taurina pode acarretar em diversas complicações na saúde dos gatos.

Muitos donos, mesmo sabendo dos riscos, preferem continuar oferecendo a seus pets alimentação humana, já que eles estão acostumados com ela. Segundo Camila, “existem casos em que a alimentação humana pode até ser recomendada no lugar da ração ou como complemento dela. Mas isto depende do estado geral do animal; se ele possui alguma doença como diabetes, insuficiência pancreática ou intolerância alimentar, para citar alguns exemplos”.

A necessidade da alimentação humana como complemento da ração, ou até em substituição, deve ser cuidadosamente avaliada pelo veterinário. De forma geral, esta deve ser a mais natural possível: sem utilização de sal e temperos fortes, sendo proibidíssima a utilização de cebola! “A cebola induz a formação de um componente tóxico na circulação sanguínea e, dependendo da quantidade ingerida, pode levar à intoxicação e óbito”, conta Camila. Também será necessária uma consulta com nutricionista, que irá prescrever uma dieta balanceada e vitaminas e minerais, quando necessário.

Para quem acha que seu pet pode ser um chocólatra, nem pensar! É um alimento de alta toxicidade para os animais.

Além disso, existem diversos petiscos próprios que podem ser oferecidos ao seu amiguinho, para a ceia natalina, por exemplo, encontramos produtos específicos também para pet, como panetone e “bombons”! Vale a pena dar uma passadinha no petshop e comprar alguns quitutes diferentes para eles, assim vocês poderão ter uma alimentação diferenciada nesta época de festa!

Adoção, Gatos, Pet

Gato ‘gerente’ ganha crachá e uniforme de empresa no interior de SP

Empresária e protetora de animais de Ibitinga (SP) recolheu o animal já adulto e diz que presença dele na empresa melhorou o ambiente de trabalho. Para ela, bichano é a prova viva de que é possível adotar felinos que não sejam filhotes.

Os funcionários de uma empresa de comércio virtual de enxovais de Ibitinga (SP) ganharam recentemente a companhia de um “gerente” que mudou, para melhor, o ambiente de trabalho. Desde que Athos da Cruz Carreira Tarabole assumiu o cargo, os trabalhadores relatam que nunca mais tiveram um dia triste ou tenso na empresa.

O detalhe inusitado desta história é que Athos é um gato de rua que foi resgatado há cerca de cinco meses pela empresária Mirtes Carreira, de 35 anos, que também é protetora de animais na cidade.

Por conta de sua presença marcante na empresa, o gato ganhou recentemente uniforme e crachá, com seu nome e cargo, e virou uma espécie de garoto-propaganda da campanha lançada pela empresária em favor da “adoção tardia” de animais.

 

Gato Athos exibe seu crachá e uniforme em mesa do escritório de empresa em Ibitinga: gato adulto está adaptado ao novo lar e nunca mais voltou para as ruas — Foto: Arquivo pessoal

Depois do sucesso na adoção de Athos, Mirtes resolveu divulgar sua história e compartilhar em suas redes sociais a campanha com as hashtags “#adoteumgatoadulto” e “#adotarétudodebom”.

A empresária conta que o gato começou a aparecer em sua casa ainda no primeiro semestre deste ano para pedir comida, sempre na companhia de outros gatos.

Ao pensar em recolher mais um bicho, sofreu resistência de seu namorado por conta da “superpopulação” de gatos em sua casa – Mirtes já mora com 12 animais recolhidos das ruas.

Mirtes diz que, como o caso aconteceu próximo ao Dia dos Namorados, ela pediu como presente ao companheiro, que também é sócio na empresa, para ficar com o gatinho.

O namorado aceitou o pedido de “presente”, mas com a ressalva de que o gato ficasse morando no barracão onde estão instalados o depósito e o escritório da empresa.

“No início ficamos preocupados porque a loja fica numa avenida movimentada e achamos que ele poderia correr perigo. Mas ele nunca mais foi pra rua. Depois, achamos que os funcionários não gostariam, mas de novo ele nos surpreendeu, pois ele virou o xodó de todos. Nunca mais tivemos um dia triste ou tenso no trabalho”, destaca Mirtes.

Atualmente, Athos está totalmente adaptado e passa os dias percorrendo os departamentos da empresa atrás das brincadeiras com os funcionários, de alguma refeição (só come sachê sabor peixe), ou ainda de horas de descanso – há camas acolchoadas espalhadas em cada setor da empresa.

Nome completo e ONG para 2019

Para confeccionar o crachá funcional do novo “funcionário”, a empresária precisou definir um nome completo para o gato.

Athos em uma das "caminhas" existenstes em todos os setores da empresa de Ibitinga — Foto: Arquivo pessoalAthos em uma das "caminhas" existenstes em todos os setores da empresa de Ibitinga — Foto: Arquivo pessoal

Athos em uma das “caminhas” existenstes em todos os setores da empresa de Ibitinga — Foto: Arquivo pessoal

Os últimos sobrenomes são os mesmos dos donos da empresa: Mirtes Carreira e Jean Tarabole. O nome principal, explica ela, é uma espécie de homenagem a uma de suas funcionárias, Fátima Cruz, que tem como marca pessoal ajudar as pessoas.

“O Athos, quando apareceu, sempre trazia outros gatos para ganhar comida, ou seja, ele de certa forma ajudava seus amigos. Daí resolvemos fazer a homenagem, mas como achamos que ‘Fátimo’ não era legal, mantivemos o sobrenome ‘Cruz’ e o chamamos de Athos, em referência à igreja que ela frequenta, a Missão Athos”, explica a empresária.

Além dos 12 gatos que já tem em casa e de Athos da Cruz Carreira Tarabole, que mora na empresa, Mirtes ainda cuida de outros cinco felinos que ficam na rua e mantém mais “uns 15” em uma chácara onde mora sua mãe. Segundo a empresária, seus planos para 2019 são construir um gatil e criar uma ONG para atender animais abandonados.

fonte: https://g1.globo.com/sp/sorocaba-jundiai/mundo-pet/noticia/2018/11/08/gato-gerente-ganha-cracha-e-uniforme-de-empresa-e-ajuda-dona-em-campanha-pela-adocao-tardia.ghtml

Adoção, Pet, Soluções

Cães e gatos ganham ‘book’ para incentivar adoção em Catanduva

Campanha do CCZ divulga fotos dos animais nas redes sociais, junto com informações sobre o comportamento e o número do chip de cada um deles.

Com olhares distraídos ou movimentos posados, é assim que cães e gatos saem nas fotos de uma campanha de adoção do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) de Catanduva (SP).

A ideia de fotografar e fazer um book dos animais surgiu da veterinária Natália Amaral Ambrósio que percebeu a necessidade de encontrar um lar para eles, já que muitos continuavam no centro mesmo estando prontos para a adoção. Ao todo foram fotografados 70 animais, sendo 36 cães e 34 gatos.

“Tirei as fotos com o meu celular mesmo. Demorei uma semana para conseguir fotografar todos, porque eles não paravam um minuto”, disse a veterinária.

O book, além de mostrar as características físicas, ainda traz as principais informações sobre o comportamento e o número do chip de cada um deles.

Os animais que possuem alguma deformidade ou ficaram com sequelas de maus-tratos recebem um selo de ‘pata dourada’ no topo da foto com a mensagem ‘adoção especial’. Segundo a veterinária, os dados servem para facilitar o primeiro contato com os futuros donos.

“A maioria são animais que foram vítimas de atropelamento e alguns ficaram com sequelas. Colocamos a patinha na foto para as pessoas ficarem cientes que eles precisam de cuidados especiais,” diz Natália.

A ‘Cigana’ foi uma das gatinhas que conseguiu um novo lar graças à campanha. Ela foi adotada pelo técnico em farmácia Tiago Queroz do Nascimento, que procurava uma companhia para a sua outra gata.

“Parece que ela me escolheu. Quando cheguei ao CCZ ela veio na minha perna e começou a se acariciar, pedindo carinho”, disse o novo dono do animal.

Tiago Queroz com a gata que adotou no Centro de Zoonoses de Catanduva (SP) — Foto: Arquivo pessoalTiago Queroz com a gata que adotou no Centro de Zoonoses de Catanduva (SP) — Foto: Arquivo pessoal

Tiago Queroz com a gata que adotou no Centro de Zoonoses de Catanduva (SP) — Foto: Arquivo pessoal

Desde a campanha já foram adotados 11 cães e cinco gatos. Todos os animais são entregues aos donos vacinados e castrados, conforme informado pela veterinária.

As fotos são divulgadas na página da prefeitura em uma rede social e mesmo quem não pode adotar mais um bichinho, ajuda compartilhando a publicação ou marcando um amigo que tenha interesse.

“Fiquei surpresa que o pessoal gostou, compartilhou e mostrou interesse na adoção. Diversas pessoas também vieram ao centro procurar um animal porque tinham visto na página”, disse a veterinária.

O Centro de Zoonoses tem 89 animais disponíveis para adoção, alguns vivem no local há mais de sete anos. Para adotar um bichinho, os interessados precisam levar CPF, RG e comprovante de residência à unidade, que fica na Rodovia Estrada Vicente Sanches.

*Supervisionado por Marcos Lavezo

Animais que precisam de cuidados especiais recebem um selo de 'pata dourada' no topo da foto — Foto: Divulgação prefeitura de CatanduvaAnimais que precisam de cuidados especiais recebem um selo de 'pata dourada' no topo da foto — Foto: Divulgação prefeitura de Catanduva

Animais que precisam de cuidados especiais recebem um selo de ‘pata dourada’ no topo da foto — Foto: Divulgação prefeitura de Catanduva

Fotos têm descrição física e comportamental dos animais — Foto: Digulgação prefeitura CatanduvaFotos têm descrição física e comportamental dos animais — Foto: Digulgação prefeitura Catanduva

Fotos têm descrição física e comportamental dos animais — Foto: Digulgação prefeitura Catanduva

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